Home Data de criação : 08/03/16 Última atualização : 08/11/08 17:07 / 16 Artigos publicados
 

UMA VITORIA DA HUMANIDADE  (O SAMBA NO BRASIL E NO MUNDO) escrito em sábado 08 novembro 2008 17:07

No próximo dia 20 de novembro, comemoraremos o dia da consciência negra, feriado, não em todo o país, mas em alguns municípios. É dia de relembrar a morte de um grande líder, Zumbi dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695 na luta pela liberdade dos negros. Para muitos é um feriado sem razão, mas mesmo assim comemoram e aproveitam a data para descansar ou viajar. Afinal é feriado e não querem saber quem é o defunto, querem é chorar. Dia 2 de novembro, dia de finados, outro feriado, e o inglês Lewis Hamilton tornou-se o primeiro piloto negro a ser campeão da principal categoria do automobilismo, a Fórmula 1. Dia 4 de novembro, dia das eleições no principal país do mundo, os Estados Unidos, quase feriado, pois todos os olhos se voltaram para tal acontecimento. Na disputa pela cadeira da Casa Branca, John Mccain, republicano, e Barack Obama, o símbolo da mudança, candidato democrata, filho de mãe branca e de pai negro. Com a maioria dos votos dos principais estados norte-americanos e apoiado pelos negros que totalizam quase 12 % da população daquele país, Obama tornou-se o primeiro presidente negro da maior potência mundial. Para muitos, nada demais. Este texto não tem a intenção de diferenciar estes cidadãos que chegaram a seus objetivos através de muito esforço e dedicação por serem negros. Minha única intenção é relembrar e celebrar cidadãos negros, que driblaram qualquer tipo de dificuldade, eu disse qualquer tipo, não só a do preconceito, e chegaram ao seu devido lugar, sem se sentirem diferentes ou inferiores por terem a pele mais escura. Na atualidade temos Obama e Hamilton, mas se formos um pouco mais atrás, lembraremos de quem chegou ao topo e não só fez seu papel com competência, mas se tornou o melhor naquilo que fez. O maior guitarrista de todos os tempos, Jimi Hendrix, o maior jogador de golfe, Tiger Woods, o Rei do futebol, Edson Arantes do Nascimento (Pelé), o maior jogador de basquete, Michael Jordan. Isso sem citar, Nelson Mandela, Martin Luther King, Malcom X, Ray Charles, Mike Tyson e Muhammad Ali o rei do Boxe, e outros que se formos citar não caberá neste texto. Concluo este pensamento na esperança que Obama não represente apenas a mudança na política mundial, mas principalmente no modo de pensar do povo que sempre lutou pela sua liberdade, mas até hoje se acomoda com a diferença que muitas vezes lhe é imposta. Quando todos pensarem que você não é nada demais, assim como os citados acima, mostre, lute e nunca esqueça a frase que Obama ao ser eleito disse para todos: Sim Podemos!!!! NEGRO ACORDA É HORA DE ACORDAR, NÃO NEGUE A RAÇA, TORNE TODA MANHÃ DIA DE GRAÇA, NEGRO NÃO SE HUMILHE, NEM HUMILHE A NINGUÉM, TODAS AS RAÇAS JÁ FORAM ESCRAVAS TAMBÉM “Antonio Candeia Filho”

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festa para cartola  (SAMBA DE RAIZ) escrito em segunda 13 outubro 2008 16:17

Sexta-feira, Outubro 10, 2008 CARTOLA CENTENÁRIO E O MENINO DO MÉIER Os visitantes do Lote devem imaginar o quanto, neste momento, o dono deste modesto espaço deve estar recebendo de solicitações para falar sobre a importância do velho Cartola. Teve até jornalista achando que este que vos escreve, conviveu com “Seu Angenor”, como coleguinha de curso primário no Catete. Não foi bem assim, vocês percebem. Ele nem sabia o nosso nome. A ponto de, após uma homenagem que lhe prestamos, no Clube do Samba, do João Nogueira, no final dos anos 70, ele – segundo Dona Zica – se referia a mim e ao parceiro Wilson, como “aqueles meninos do Méier”. Mas como há sempre alguma coisa pra dizer, pra contar, pra esclarecer, vamos a ela. O caso é que numa noite, em 1935 – como já foi contado aqui no Lote, – o musicólogo e compositor erudito Basílio Itiberê visitou Mangueira. E foi recebido, na ponte, por um grupo de ritmistas e pastoras da Estação Primeira, porque a Unidos já agonizava. Feitas as apresentações, a comitiva subiu em cortejo. E, como era de praxe, ao som do coro e da bateria; tendo à frente o baliza e a porta-estandarte; e sob o comando do apito do mestre de harmonia. Profundamente impressionado por essa visita, Itiberê fez, sobre ela um relato minucioso. No qual fala de seu encantamento com um samba em especial: Tragédia. “Prestai bem atenção que este é um samba do Cartola! – escreveu. – Não ouvireis tão cedo um canto assim tão puro, nem linha melódica tão larga e ondulante. Atentai como é bela, e como oscila e bóia, sem pousar, entre a marcação dos ‘surdos’ e a trama cerrada dos tamborins” – desmanchou-se Itiberê. Esse Cartola, “fascinador impenitente”, já estava desde 1920 em Mangueira, então uma favela incipiente. Morrera-lhe o avô, sustentáculo da família, e a vida teve de mudar. Mas a semente de uma instrução pública rigorosa, como era a daqueles tempos, semeada em terreno fértil, frutificou. E como! Era 1935. E o compositor já tinha alguns belos sambas gravados com Francisco Alves, Carmem Miranda e Silvio Caldas. Só que, de repente, “tudo acabado, o baile encerrado” – como diz um de seus sambas. É que em 1928, por força de lei, os compositores musicais foram equiparados, em termos de direitos autorais, aos autores de teatro. Abria-se, então, um novo campo profissional, num setor ainda inexplorado. E a turma da música teve que se abrigar sob as asas da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, SBAT, que, por seu perfil aristocrático, não os viu com bons olhos. Logo, logo, instaura-se o conflito: de um lado, a SBAT; do outro, compositores populares. Sim, populares (alunos, à distância, dos fundadores do samba), mas de paletó e gravata e até “anel no dedo”. Os quais, assim, e, dizem, com dinheiro vindo de fora, organizam-se em associação, para protagonizar os primeiros momentos da história dos direitos autorais musicais no Brasil. Enquanto isso, de longe, na calçada, do outro lado da rua, olhando o burburinho do Café Nice, os pretinhos do samba não entendiam bem o que se passava. Frustrados, assim, em sua expectativa de ascensão social através de sua arte, os sambistas, então, continuaram em seus biscates e “virações”, ocasionalmente de cunho artístico. E Cartola, mesmo admirado por Villa-Lobos e elogiado por Stokowsky, não foi exceção. Por outro lado, em 1945, as rixentas sociedades autorais celebram um armistício. No acordo, a SBAT fica com os direitos de teatro, que até hoje ainda são chamados “grandes direitos”, e os compositores “populares” ficam com os “pequenos”. E é assim que o pessoal do Estácio, do Salgueiro, de Mangueira, de Oswaldo Cruz, vai, mesmo, saindo de cena. E Cartola, pobre e doente, vai junto, no mesmo momento em que se consagra a categorização “samba de morro”, distinta dos sambas feitos pelo compositores efetivamente “do rádio”. Mas o destino, sábio, fez com que as escolas de samba crescessem em importância; e, com elas, Cartola se consolidasse como mito. Mesmo tendo, em 1951, passado o bastão da harmonia mangueirense ao ex-portelense Xangô. E até porque a “harmonia”, no sentido técnico de conjunto de regras da tonalidade; ou de sons relacionados, já não cabia nas escolas, as quais, já aí, sustentavam-se apenas na percussão. Nos anos 50 e 60, então, Cartola, que muitos julgavam morto, veio vindo, de novo à superfície. Primeiro, escorado aqui e ali, com um emprego subalterno em um Ministério, conseguido por um político amigo; e com a abertura do “Zicartola”, também com capital de amigos. Depois, com as gravações de O Sol Nascerá, por Elis Regina em 1964, e Alvorada por Clara Nunes em 1972. E sempre com o indispensável companheirismo de Dona Zica, mulher pra toda obra... Até que veio o êxito. Entre 1974 e 1979, com As rosas não falam, O mundo é um moinho e Peito Vazio, entre outras composições, com ou sem parceiros, Cartola, com quatro LPs gravados por sua própria voz, chegou onde sempre deveria estar. Mas a “indesejada” logo cobrou seu tributo. E a 30 de novembro de 1980 o levou. ** E hoje estamos aqui, Seu Angenor, tomando uma Baixa Renda em honra do seu Centenário! Quem diria, hein? E o “menino do Méier”, que de novo o homenageia, já fez 66 anos. Mas, como disse V.Exa. “as rosas não falam”. Simplesmente “exalam”, não é mesmo? por Nei Lopes 11:48 Diz aqui!9 Terça-feira, Outubro 07, 2008 ELE, HEITOR, E O VOTO CONSCIENTE. Ele, Heitor, sempre votou consciente. Quer dizer: às vezes ele chega lá na boca da urna meio enzinabrado, depois de umas timbucas. Mas sempre consciente. Às vezes, na hora de assinar, a letra sai meio fora de esquadro. Mas, fora do ar, mesmo, fardado, ou tipo pé-de-papel, ele nunca chegou. Sempre fez questão de votar consciente. Foi assim que mês passado reuniu a família, naquela espécie de aula de Moral e Cívica, e deu as ordens: - Gleycienny vai sacudir bandeira na Pista! Com o shortinho rosa-choque de laicra e o bustiê menorzinho! Klaudiélly vai andando e dando santinho. Com aquela minissaia do baile funk. Kleyberson pega a moto da Cooperativa, enfia duas bandeiras e fica zoando pra baixo e pra cima. Enquanto isso, a mamãezinha de vocês, vai de porta em porta, feito crente, levando o pessoal no bico. A minha parte, deixa comigo. O Homem tá pagando 50 por semana. Somando tudo, a gente arruma no mês, com o meu, que é maior, uns mil real. Cês vão ver só! É só trabalhar. Com consciência. E assim foi feito. As meninas, com aquelas consciências bonitas, apesar de um pouco empoeiradas (porque asfalto aqui, só perto da casa do Homem), fizeram tudo direitinho. Kleiberson, moto-taxista esperto, botou pra quebrar. Rrrrrrrrrrrrrrrrrrruuuuuuuuummmmmmmmmmmmmm, só dava ele, com as duas bandeiras do Homem, pra baixo e pra cima. E a Comadre, gastava saliva de porta em porta. Ele, Heitor, ia só contabilizando: - O Homem paga 50 pelo trabalho e 10 por cada voto que nós arrumar. E a cada malandro que diz que fecha com nós, nós dá 5. Mas tem que provar que votou mesmo. Já tem três molequinhos aqui que vão junto, tirar foto da urna com o celular. Estava tudo certo. Porque Ele, Heitor, só vota consciente. Mas ninguém contava que na última hora chegasse aquele cara bonitão, com aquele carrão, cheio de conversa boa. E não é que no sábado, Gleycienny resolve apresentá-lo à família?! - Pai, esse é o Doutor Kadu! Ficamos noivos ontem, na Pista. Ele também é candidato. E trouxe uma coisa pro senhor. Ele, Heitor, nunca tinha visto “skóis” tão suadinhas. E tanto croquetinho, pastelzinho, empadinha. E ainda por cima o Doutor trouxe uísque. Porque a comemoração era especial. Bem... Vamos encurtar a história, que aqui não tem segundo turno. É que, 11 horas da manhã de domingo 5 de outubro, o funk ainda estava rolando na casa. Ele, Heitor, tinha finalmente perdido a consciência e estava morgadão lá nos fundos. As filhas estavam como o diabo gosta. A mamãe, por sua vez, se mandou pra padaria, pra botar o fermento na massa do Seu Manel, que é português e não quer nem saber desse negócio de voto. E o motoqueiro só rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrruuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmm, ruuuuuuuuuuuuuuummmm, pra baixo e pra cima, doidaço, sem dizer coisa com coisa. O Doutor? Hmmm!!! Malandro como ele só, apertou o “confirma” e se mandou, deixando um “galo” no bustiê da “noiva”. E o Homem, quando soube que tinha perdido a eleição por causa dessa família de vacilões e de todas as outras que tinha contratado, botou a culpa no Partido, o P.F.P. - Periferia filha da... E, aí, contemplando as “límpidas” águas do córrego que corta sua “fazenda”; e recordando as velhas aulas de piscicultura, o Homem resolveu a questão: - Ah! Piranha? Traíra? É na vala, Ditão! É na vala! Ainda bem que ele, Heitor, sartou de banda a tempo. Hoje, terça-feira, eu soube que ele está em lugar incerto e não sabido, internado num colégio eleitoral, já sem o cabresto. E que fez voto de abstinência. Consciente, absolutamente consciente. E a família vai bem...OBRIGADA.

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GOTA D,AGUA  (O SAMBA NO BRASIL E NO MUNDO) escrito em sábado 04 outubro 2008 14:40

ESPETÁCULO GOTA D´ÁGUA - RJ Com direção de João Fonseca de 14 de agosto a 05 de outubro Em 1975, Chico Buarque em parceria com outro grande artista, Paulo Pontes, escreveu um texto que se tornaria um clássico nacional. Uma adaptação, para a realidade brasileira, da tragédia Medeia, de Eurípides. O resultado deste trabalho é o espetáculo Gota D’água. DIREÇÃO GERAL: João Fonseca DIREÇÃO MUSICAL: Roberto Burgüel ELENCO: Izabella Bicalho, André Arteche, Thelmo Fernandes, Kelzy Ecard, Luca de Castro, Maíra Kestenberg, Renata Celidonio, Jorge Maya, Lorenzo Martin e Letícia Soares. - crianças: Armando Cibilo e Helena Palomani. MÚSICOS: João Bittencourt ( piano), Ricardo Reston (baixo), Júlio Braga, (percussão) e Roberto Kauffmann (bateria e percussão) REALIZAÇÃO: Izabella Bicalho e Primeira Página Produções Culturais. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Siman. VENEZA CENTRO CULTURAL Av. Pasteur, 184 - Botafogo - (21) 3079-9779 Horário: quinta a sábado às 21h – domingo às 18h Ingresso : R$ 40,00 ( quinta e sexta) e R$ 60,00 ( sábado e domingo) (vendas online: www,ingresso.com) Duração: 150 minutos com intervalo de 10 minutos Classificação etária indicativa: 14 anos Capacidade: 450 lugares Local para cadeirantes

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A que inveja NO BOM SENTIDO É CLARO, SERÁ QUE VEM PRO SUL?  (SAMBA DE RAIZ) escrito em sábado 02 agosto 2008 14:37

“EU SOU O SAMBA”


Musical celebra o samba, contando sua história através de composições.

A história do ritmo, desde a origem africana à afirmação na cultura carioca no Teatro Carlos Gomes

O Musical, que tem como proposta celebrar a grande conquista do samba como patrimônio histórico cultural brasileiro e comemorar os cem anos de nascimento do Mestre Cartola, vai junto a estréia, homenagear os últimos sambistas pintores vivos trazendo, para o hall do Teatro, parte da mostra “Pintores Sambistas”, em cartaz no Centro Cultural Cartola, na Mangueira e exibir o curta premiado A Rosa da diretora Gordeeff.

EU SOU O SAMBA, de Fátima Valença e direção de Fábio Pilar conta a história do ritmo, desde a origem africana à afirmação na cultura carioca. Claudia Vigonne, coordenadora de projetos, escolheu uma equipe de renome para comandar os bastidores. Profissionais como: a carnavalesca, figurinista e cenógrafa Rosa Magalhães, o jornalista João Máximo, o maestro Helvius Vilela, a Arquiteta e cenógrafa Doris Rollemberg e o coreógrafo Carlinhos de Jesus...

Com a proposta de oferecer uma excursão histórico musical pelos cenários cariocas por onde se ouvia, cantava e dançava o samba, o espetáculo pretende dar vida e voz a personagens anônimos que conheceram e freqüentavam esse reduto cultural, no período entre os anos 20 até o início dos anos 70, além de homenagear grandes personalidades do universo sambista, como: Carmem Miranda, Ary Barroso, Cartola, Jamelão, Nelson Sargento entre outros.

Dentro desse contexto histórico, podem ser facilmente reconhecidos os terreiros, as tias, os sambistas, quitutes, crenças e devotos da pequena África na Praça Onze. Locais como as casas de má fama, os cabarés da Lapa, dancings e cafés do centro também serão representados, assim como as mariposas da noite, os cafetões, malandros e leões de chácara.

A Mangueira, também, vai ser representada. Suas cores vão vestir 9 personagens: 6 pastoras e 3 compositores. Rosa está recriando 6 figurinos para caracterizar um rendez vouz da Lapa, onde vai abusar das cores fortes. O Jornalista João Máximo, que assina o roteiro musical, fez uma seleção de peso, escolheu 63 composições que variam entre os anos 20 e os 70. Entre as canções escolhidas estão: Meu Mundo Caiu, Boneca de Piche, Fim de caso

Não Deixe o samba Morrer, O Barracão, Folhas Secas. O Maestro Helvius Vilella cuida da direção musical.

 

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EU E O RS SAMBA  (DA PERCUSSÃO A HARMONIA) escrito em segunda 28 julho 2008 20:55

poiz é pessoal tenho muito a dizer sobre esse trahalho que iniciei junto com ,marco aurelio,joão paulo,fernadinho;

 

em 2003 setembro, dia 15 damos o ponta pé inicial no grupo sugerindo o nome do qual eu com muita alegria sugeri ( RS SAMBA)por votação foi aprovado .

 

logo depois começamos um trabalho exaustivo de ensaio para colocar O grupo pra rua, até que um dia começamos a tocar em uma casa nova que abriu la na assis brasil.
Depois disso não paramos mais de fazer show pela cidade.

 

formação do grupo, pandeiro,rebolo,recoreco,cavaquinho tantan,violão

 

Assim o grupo RS SAMBA apareceu. Foi muito trabalho pra chegar até a FESTA DA FARROPILHA,PEPS ON STAGE POR DUAS VESEZ,SER CONSIDERADO MELHORES DO ANO POR 3 ANOS SEGUIDOS. POR TOCAR NAS MELHORES CASA DE SHOW DE PORTO ALEGRE FASENDO SAMBA DE VERDADE SAMBA DE RAIz DE MESA DE RODA,

 

ATÉ CHEGAR O TÃO SONHADO( CD NO QUAL BRINDARIA NOSSO ESFORÇO E TRARIA MUITA ALEGRIA). MAIS OUVE PEDRAS NO CAMINHO COMO QUALQUER TRABALHO PARECIDO COM O NOSSO , MAIS A SUPERAÇÃO AINDA ESTAR POR CHEGAR. SOU MUITO AGRADESCIDO POR FASER PARTE DESSE TRABALHO, AGRADESÇO A DEUS , E AS PESSOAS QUE ESTIVERAM DO MEU LADO TODO ESSE TEMPO QUE POR LA ESTIVE,

 

SOBRE A MINHA VOLTA PARA O GRUPO SINCERAMENTE NÃO ESPERARIA RECEBER NENHUMA RETALIAÇÃO POR TAL VONTADE, AFINAL DE CONTAS TODOS NÓS ERRAMOS, A DIFICUDADE BATEU NA MINHA PORTA EM UM MOMENTO CRUCIAL ,SE DEUS ME TESTOU PARA SABER O QUE É MAIS IMPORTANTE PRA MIM ELE TEVE SUA RESPOSTA AGORA O QUE POSSO FASER E COlOCAR NA SUAS MÃOS O MEU RETORNO PRA DAR CONTINUIDADE AQUELE TRABALHO QUE VINHA DE VENTO EM POUPA, MINHA VIDA! MELHOROU COM A ATITUDE QUE TOMEI POR ME AFASTAR DO GRUPO; MAIS MEU CORAÇÃO NUNCA ACEITOU A DISTANÇIA.
RS SAMBA É MINHA CASA A MUSiCA É A POESIA QUE CORRE NAS MINHAS VEIAS E A FAMILIA É MEU ALICERCE.
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